Projeto 2 - Grupo 1B: Apps para Medicina

[Grupo - Nicolas Gentil, Matheus Ventrilho, Khalil Yassine e Arthur Lee]


Mapa 1

Nesse segundo projeto da disciplina CoDesign de Apps, foi proposto a realização de um aplicativo visando atender a duas áreas de interesse que devem ser escolhida pelos alunos, medicina e inovação social nas periferias de São Paulo. Para ajudar os alunos escolherem um tema, dois palestrantes foram ao Insper (Instituto de Pesquisa) e explicaram em linhas gerais o que era cada uma das propostas e o que eles esperavam do aplicativo a ser realizado por cada grupo.

As palestras cumpriram sua função e optamos pelo tema medicina. Fizemos essa escolha pois acreditamos que existem muitas áreas da medicina que teriam um grande uso para novos aplicativos, algumas delas ressaltadas pelo Dr. palestrante.

Ideias preliminares

Para obtermos as ideias preliminares, todos os grupos que trabalhariam com o mesmo tema (medicina) se juntaram, e, a partir disso, começaram a escrever nas lousas todos os temas, grupos de usuários e problemas específicos que faziam parte do universo da medicina.

Agrupamos as áreas e, a partir dai, começamos a pensar em ideias para solucionar os problemas que havíamos listado:

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Nessa atividade a principal ideia que surgiu foi a de aproximar o usuário aos médicos ou ao local de atendimento; nosso grupo pensou em um esquema na qual os médicos, ao invés de prescrever um remédio para depois o usuário levar até a uma farmácia, poderiam simplesmente criar um "perfil" online para o paciente, dessa forma quando o paciente chegasse para comprar o remédio na farmácia, ele poderia ler a prescrição direto do aplicativo. Se um aplicativo desse existisse, facilitaria a vida dos pacientes, poupando-lhes a burocracia e um suposto desentendimento na letra dos médicos. Entretanto, após um bate papo com outros alunos vimos que essa ideia não se adequa bem a um aplicativo, mas sim a um programa executável.

A mesma atividade também nos deu outra ideia, agora relacionada a nutrição dentro dos hospitais. Com base na doença do paciente o médico poderia listar no aplicativo um bloco de comidas que o paciente poderia adquirir. E com base no seu gosto o internado poderia escolher o prato preferido. Entretanto, iria envolver muito as particularidades de um hospital somente, visto que cada um tem um padrão de comidas diferentes. Além disso, seria uma mudança muito difícil de ocorrer e o aplicativo não surgiria um efeito tão positivo.

Mesmo após a criação dessas duas ideias ainda não tivemos a total certeza de qual área gostaríamos de explorar melhor. Então, resolvemos esperar a primeira visita ao Hospital Einstein. A intenção é extrair tudo do que o palestrante falasse, anotar tudo em um papel e escolher o tema que nos agradasse ver se ela poderia se tornar um bom aplicativo, além de útil no dia a dia dos usuários. Esperamos obter áreas em que ainda não pensamos em aplicações possíveis, e ainda, esperamos obter novas aplicações para as áreas já pensadas.


Primeira Visita

Primeiras Impressões

Para quem também escolheu o tema medicina, essa quinta-feira (29/10) foi feita uma vista ao Hospital Einstein unidade Morumbi.

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Lá fizemos um tour pelo hospital até chegar a uma sala de aprendizado, utilizada para a realização de uma palestra. Dessa vez outros quatro palestrantes contaram um pouco mais detalhado suas rotinas de trabalho dentro do hospital e quais as necessidades de um aplicativo. Dois dos palestrantes ainda serão os diretores da mais recente faculdade de medicina estruturada pelo hospital israelita e intercalaram a importância da engenharia interligada com a medicina.

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E os outros dois palestrantes focaram mais na questão do aplicativo em suas determinadas áreas de trabalho, por exemplo um aplicativo que otimiza a grande quantidade de dados gerados por um um instrumento médico que em geral é perdida; ou então um aplicativo cuja função é aproximar um doador (sangue, órgão, etc) de um paciente necessitado; entre outros.

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Em geral as palestras foram importantes, pois dois dos palestrantes esclareceram bastante sobre qual o tipo de aplicativos que eles desejavam, um sobre a otimização dos dados perdidos após operações, outro sobre transplantes e outro sobre o banco de sangue. Os outros dois palestrante deram algumas ideias da aplicação da engenharia na medicina, mais no foco de inovação tecnológica nos equipamentos e não para a perspectiva de um aplicativo, então não foram muito úteis (mesmo assim tomamos dados do que eles falaram).
A doutora do banco de sangue ocupou mais tempo palestrando, ela relatou bastante do seu dia a dia no hospital explicando quais as necessidades dos pacientes, como acontece as triagens (clínica e a "outra"), qual o destinatário do sangue coletado, etc. A partir dessas informações conseguimos extrair mais dados relevantes, pois por sabermos todo o processo, desde a doação até a chegada do sangue para os pacientes, conseguimos ter uma ideia de onde podemos inserir alguma tecnologia.
Já os demais palestrantes deixaram a desejar, eles não contaram seus dia a dia, assim ficou difícil adequar um aplicativo logo direto. Talvez isso pode ter ocorrido pela falta de tempo determinado de cada palestrante, ou por alguma pressa profissional, mas isso não impede que ela seja considerada uma palestra pobre em relação ao esperado.


Anotações durante a visita

• Engenharia junto com a medicina

• App q facilita o agendamento, estudo e tratamento dos pacientes

• Qual a dinâmica do médico no quarto de um paciente, oq ele faz?

• Ex do sensor q indica se o médico lavou as mãos ou não

• Big data - app q salva os sinais vitais do paciente e através de uma análise de série temporal prever se ele ficará doente ou não

• programa q analisa dados do paciente e também guarda esses dados para a próxima vez

• Base de dados - importante

• Com a base de dados é possível fazer uma análise do paciente e ver se ele tem mais ou menos chance de se complicar no pós operatório.

• Banco de sangue - app para doação de sangue, com estatísticas etc.
- 2 áreas: paciente e doador
- Doador: cadastro extenso, exames e coleta. 1 mês depois ele recebe uma carta do exame de sangue com os exames, quantas vezes ele doou e uma carteira de doador. Se estiver com alguma doença, ele recebe uma carta avisando q está com a doença e que médico ele deve ir para curá-la.
- Paciente: tem seu sangue analisado e comparado as bolsas de sangue, para receber o sangue certo

• App q orienta o paciente no hospital

• Fila para transplante, remédios, etc


Escolha do Tema

Uma das palestrantes era uma médica responsável pelo Banco de Sangue do hospital e falou bastante sobre a área dela e algumas problemáticas e situações que poderiam ser melhoradas. Por exemplo o doador de sangue potencial deve preencher um formulário com sua identidade, tipo sanguíneo (obviamente) e outras informações sobre ela. Depois do cadastramento das informações da pessoa ela será submetida a um exame de sangue para checar se ela possui condições para a doação e verificar por alguma doença que possa ser transmitida. Após alguns dias/semanas o indivíduo que queira doar sangue receberá uma carta via SEDEX com os resultados dos exames de sangue. Achamos o assunto muito interessante, pois existem muitas possibilidades de aplicativos a serem feitos que possam melhorar tanto o trabalho das pessoas responsáveis pelo Banco de Sangue como para os doadores de sangue . Por este motivo, o grupo decidiu que essa seria uma possível área a ser trabalhada, o que traria um feedback mais positivo comparado com os demais. Entende-se por feedback positivo um aplicativo que tem possibilidades de gerar impactos sociais, de modo que ajude o maior número de pessoas em torno de um problema em comum.

A única dificuldade que encontramos até agora é o fato de que não necessariamente teremos doadores ou pacientes todo dia no hospital, pois a doação de sangue não é algo obrigatório para a população. Para resolvê-lo, precisamos entrar em contato com a área do hospital responsável pelo banco de sangue e perguntar qual seria a data com o maior número de pessoas a serem entrevistadas, algo que iremos conseguir por meio do contato com o doutor Bento.


Pesquisa de referências / Designs inspiradores

Após sairmos do Hospital Israelita Albert Einstein, criamos diversas discussões sobre a problemática da tecnologia da medicina. Entre os assuntos, entramos em um, que o grupo, em particular, achou muito interessante. Na palestra com o Doutor Bento, tivemos a presença de alguns médicos que comentaram sobre alguns procedimentos feitos no hospital que ainda são arcaicos e desprovidos de tecnologia. Dentre eles, o que mais nos chamou a atenção, foi o de que todos dados de uma cirurgia (a frequência cardíaca, respiração, informações sobre o sangue etc) são deletados assim que o procedimento é finalizado.

Na discussão, nos perguntamos quais benefícios esses dados poderiam trazer a medicina. Após algum tempo discutindo sobre o assunto, chegamos à conclusão de que seria muito útil usar esses dados para melhorar o desempenho das cirurgias. Ou seja, a ideia seria pegar dados de 1000 cirurgias que foram consideradas um sucesso, e, através disso, fazer uma linha de regressão com todos os pontos. Por exemplo, em um tipo de cirurgia cardíaca, nota-se que a saturação do paciente mantém uma média X. O projeto seria de construir um Software que, quando a saturação do paciente tivesse algum desvio da linha de regressão (que estaria em X), o computador avisasse o médico e os responsáveis pela cirurgia.

Esse software poderia amenizar os insucessos nas cirurgias por erro humano, e servir de guia para médicos recém-formados. Ou seja, possivelmente os médicos se sentiriam mais seguros ao fazer a cirurgia e observarem que os dados de saturação, batimento, e etc estão dentro da linha de regressão ( média dos dados que foram considerados sucessos). Encontramos diversos links e artigos que mostram uma tendência grande na área biomédica que usa cada vez mais big datas aplicada juntamente com tecnologia e que esta provocando avanços em diversas áreas da saúde, o link explica tudo isto http://saudebusiness.com/medicina-personalizada-big-data-no-combate-ao-cancer-parte-02/. Este artigo da Forbes também é interessante, que explica a tendência de combinar tecnologia e medicina http://www.forbes.com/sites/bernardmarr/2015/04/21/how-big-data-is-changing-healthcare/ .

Observamos e analisamos também diversos aplicativos tanto da área da saúde como de outras que podem inspirar o design e funcionalidade de nosso aplicativo:

O primeiro da lista que achamos bem interessante foi o Blooder, que é um aplicativo criado pelo grupo Encatus Insper (de nossa própria faculdade) e tem como propósito conectar as pessoas que queiram ser doadoras de sangue com hospitais que necessitam de sangue. Possui uma interface bem simples e pode ser logado com a conta do Facebook da pessoa. Bem prático e que possui um objetivo social bem definido e útil.

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Gostamos também do aplicativo WhatsApp, que é uma plataforma de troca de mensagens rápida e simples entre pessoas e grupos, cumprindo muito bem a sua função. Achamos que a simplicidade do app sjudou ele a se torna muito popular e um dos aplicativos mais usados nos celulares, onde é usado tanto em conversas casuais como também na comunicação de indivíduos de trabalho num projeto para a empresa.

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Por último achamos como boa inspiração o Evernote, que é tipo de um gerenciador de tarefas e arquivos. Por ter uma ótima plataforma tanto mobile quanto web, possui variados recursos que auxiliam na execução e gerenciamento de tarefas e também reúne todas as informações de uma maneira bem simples e concisa.

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Uma nota interessante foi explorar também aplicativos e programas que não possuem um bom design, ou seja, a interface gráfica se mostra confusa e difícil de ser interpretada, onde o indivíduo necessita de um bom tempo para localizar as informações relevantes ou que deseja buscar. Um exemplo disto seria o site do porta Terra http://www.terra.com.br/. A interface dela poderia ser mais simples e bem organizada, onde os anúncios da página se misturam com as notícias, além destas mesmas se misturarem, sem padrão de organizacional.

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Mapa 2

Desafios

Ao iniciarmos a pesquisa de campo nos deparamos com alguns desafios inesperados. O processo de busca a usuários acabou sendo mais burocrático do que acreditávamos, isto é, dificilmente havia um responsável que autorizasse concretamente a realização do projeto de campo. A maioria das telefonistas com quem falamos passava o telefone para outro(a) e assim por diante, sem chegar ao "responsável mor".

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O ponto máximo da busca foi contatar a diretora da parte financeira do Banco de Sangue de São Paulo, Sandra Dianno. A diretora pediu para enviarmos um e-mail para ela esclarecendo melhor nosso projeto, assim ela poderia autorizar nossa empatia com o usuário. Todavia, ela ainda não nos retornou o e-mail. Outro contato importante que nos foi fornecido pela professora Heloisa foi o da Dra. Sanny, médica hematologista do Departamento de Hemoterapia e Terapia celular do Hospital Albert Einstein. Porém, assim como o nosso outro contato, ela ainda não nos respondeu.

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Estratégias

Ao analisar os desafios que encontramos ao longo dessa primeira etapa pensamos em algumas estratégias que podem nos ajudar nas próximas visitas a campo:

• Utilizar a técnica dos 5 porquês, para estimular o usuário a pensar profundamente em cada aspecto levantado

• Inicialmente, não divulgar que nós estamos planejando um aplicativo, falar que é apenas uma pesquisa de faculdade. (Ideia da Jaqueline)

• Personas: Decidimos utilizar a técnica de personas para conseguirmos identificar melhor cada tipo de usuários que estamos entrevistando.

A técnica utilizada é composta da seguinte forma:

- Criamos uma ficha para um dos usuários já entrevistados. Nela, dividimos as informações em três partes: Descrição; Necessidades; Valores.

- Com essa divisão, formamos perguntas mais diretas para os próximos entrevistados, dividindo-os em diferentes personas e classificando o que eles precisam e quais são seus valores.

Essa é uma técnica muito interessante pois nos permite identificar as verdadeiras necessidades dos usuários. (Exemplo de persona abaixo)

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Segunda ida ao campo

Como já foi relatado tivemos muitas dificuldades de entrar em contato com autoridades que pudessem liberar a nossa empatia com o usuário. Então, decidimos ir a campo (hospitais e bancos de sangues) propriamente dito ao invés de apenas tentar entrar em contato via telefone / email.

Começamos com o hospital São Luiz na avenida Santo Amaro. Chegando ao hospital, perguntamos onde é realizado a capitação de sangue do hospital e então eles nos mandaram ao prédio da frente. Lá conversamos com a secretária que nos passou o contato de uma consultora de marketing do banco de sangue. Primeiramente, ela não sabia para qual setor do hospital deveria passar o contato, e pensando na ideia de um aplicativo ela nos passou para o marketing. Isso nos fez pensar na dificuldade das secretárias em encontrar o responsável por autorizar as entrevistas. Enfim, ligamos para a consultora, todavia ela estava em reunião e ainda não retornou a ligação.

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Decidimos então ir para o Banco de Sangue do Hcor na avenida Brigadeiro Luiz Antônio. Chegando lá encontramos a Jaqueline, responsável pela capitação do Hcor, e já contatado pelo nosso grupo anteriormente via telefone. Ela lembrou da ligação anteriormente feita e nós pudemos conversar melhor sobre nosso projeto. Ela adorou a ideia e liberou (por ela) a empatia visto que é apenas uma pesquisa de um projeto da faculdade e não está relacionado a uma pesquisa do governo. Todavia, ainda era necessário conversar com o médico, e se ele também liberasse poderíamos começar as entrevistas. Então, a Jaqueline marcou uma reunião 5ª feira para esclarecermos a ideia das entrevistas com o médico. E no caso de ele liberar ela já disse que aos sábados são os melhores dias para realizar a empatia em relação ao maior número de doadores.

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Outra dica que a diretora de capitação nos deu é a de não falar sobre o aplicativo com o médico e sim que é apenas uma pesquisa para a faculdade. Ela revelou que a palavra aplicativo ou programa assusta os responsáveis (no caso o médico), pois podem compromete-los de algum modo.

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Além disso, também fomos atrás do pessoal do Enactus, uma entidade do Insper. Eles tem um projeto de aplicativo que também envolve doadores e receptores de sangue. Então, pensamos em adquirir experiências de alunos que já realizaram uma pesquisa similar a nossa, e assim prever algumas situações inesperadas com a qual podemos passar. E através deles conseguir também alguns contatos.

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Terceira ida ao campo

No dia 12/11 numa quinta feira fomos à central Hospital do Coração, que ficava na rua Abílio Soares no Paraíso, onde nos econtramos com os dirigentes das coletas de sangue do HCOR, dr.Vieira e Sandra. O propósito dessa visita era de esclarecer as nossas intenções e objetivos com uma suposta conversa com doadores e perguntar sobre o cenário atual das doações de sangue. Fizemos a reunião numa sala destinada à coleta de sangue que na hora estava vaga, estavam os integrantes do grupo Arthur Lee, Khalil Yassine, Matheus Ventrilho, dr. Vieira e a Sandra no local e pudemos conversar com os especialistas no assunto.

Primeiro perguntamos sobre a possibilidade do doador saber o destino do sangue dele, se ajudou alguém ou para qual hospital foi mandado. A resposta do doutor foi que isto é proibido pela lesgilação brasieira e durante o processo de doação e recebimento de transfusão de sangue é totalmente anônimo, sendo que o ato de doar sangue pela lei brasileira é um ato totalmante solidário e espiritual por parte da pessoa. O máximo que poderíamos divulgar é que cada doação de sangue salva pelo menos três adultos ou cinco crianças.

Conversando com eles descobrimos que 90% das doações são de restoque, ou seja a maioria dos sacos de sangue coletados pertencem aos contatos/conhecidos/familiares de pacientes que necessitaram de sangue e depois precisaram repor o sangue usado por eles.

A captação de doações de sangue enfrenta muitos obstáculos para incentivar as pessoas a doarem sangue e que parte do problema se deve ao fator cultural enraizado na sociedade brasileira … "não é costume você doar sangue regularmente, e que diversas campanhas via propagandas de TV, revistas e outros meios de comunicação de incentivo às doações não surtiram efeitos desejados/duradouros"(dr.Vieira durante a entrevista). Discutimos também sobre o processo de coleta de sangue e como ele é distribuído para outros hospitais, sendo que o HCOR é responsável pela distribuição de sangue para 17 hospitais em na região metropolitana de São Paulo e interior. Os dados do estoque de sangue disponíveis em cada lugar são atualizados diariamente, sendo que o estoque é renovado sempre que necessário (quando o volume disponível estiver abaixo de um mínimo que cada hospital deve ter).

A Sandra também falou sobre as sua táticas para atrair e aumentar o número de doadores, onde além de visitar quartos de pacientes no hospital divulgando as doações, ela também usa um panfleto com instruções sobre o processo de doação e nele se escreve a pessoa que necessita de sangue e o hospital onde ela está. Assim ela divulga e commpartilha no Facebook, sendo que isto ajudou a aumentar os números de doações, mas que ainda há muito a ser feito. Um jeito bem simples e improvisado para se estimular as doações mas que surtiu efeito.

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O dr.Vieira nos autorizou a fazer a visita a um centro de coleta de sangue, que ficará para o dia 21/11, sábado quando há maior quantidade de doadores.


Mapa 3

Desafios II

Percebemos depois desta visita o quão é difícil e um trabalho desafiador incentivar as doações de sangue por parte das pessoas, sendo que os centros de coleta de doações de sangue como o HCOR enfrentam grandes dificulades para coletar o mínimo necessário para repor os estoques de cada hospital que atendem. Mas ainda temos que consultar o que as pessoas normais pensam sobre o tema doação de sangue, pois muitas vezes os especialistas (como o dr.Vieira e Sandra) podem subestimar ou ter teorias próprias sobre o por que a baixa quantidade de doações de sangue hoje em dia.

Inicialmente estávamos com a ideia de faer algum aplicativo voltado aos doadores e que de certa forma facilitasse o processo de doação de sangue ou que eles soubessem se o sangue deles foi usado ou ajudou algúem, mas depois da conversa que tivemos na HCOR percebemos que o maior obstáculo para o nosso aplicativo será atrair as pessoas que não sejam doadoras de sangue regulares em vez de atrair aquelas que já doam, pois há uma necessidade extrema por uma maior quantidade de doadores de sangue e seria de maior utilidade atrair mais pessoas que nunca doaram ou não tem o costume (uma vez ao ano pelo menos).

Mas atrair um público que não doa sangue a baixar um aplicativo voltado para a doação de sangue vai ser bem desafiador, pois o app precisa ter algum diferencial ou algum recurso de modo a chamar a atenção ou se destacar e faça com que a pessoa baixe o aplicativo. Depois disto ele deve manter a pessoa estimulada a doar sangue com alguma regularidade (ao menos uma vez ao ano):

  • O que faz as pessoas doarem sangue?
  • Por que poucas pessoas fazem tal ato com regularidade (uma vez ao ano)?
  • Como é a dinâmica das pessoas com atos de caridade (doação de sangue é um deles)?
  • Como atrair mais doações por meio da tecnologia(aplicativo)?
  • O que as pessoas de modo geral pensam, sentem com o tema doação de sangue?

Estratégias II

Iremos entrevistar tanto com os doadores de sangue de um centro de doação de HCOR como combinado com o dr.Vieira e Sandra quanto com individuos que não sejam doadoras regulares ou nunca doaram antes. Os doadores podem fornecer informações da razão pelas qual eles resolveram fazer isto e as pessoas que não doam podem nos forncer pistas do por que as doações de sangue são escassas e o que pode ser feito para estimular estas a começarem a doar sangue.

Iremos utilizar as seguintes técnicas de entrevista de modo a obter dados qualitativos e respostas às nossas perguntas e confirmar as nossas suposições acerca do tema:

  • Entrevista individual com os usuários: iremos conversar com os doadores e as pessoas a razão pela qual algumas doam e outras não.
  • 5 Why's: Faremos uma pergunta inicial dependendo da pessoa (se for doadora ou não) e faremos mais quatro perguntas consecutivas, de modo a obter respostas às perguntas e descobrir comportamentos e razões pelas quais as pessoas agem de tal modo.
  • Tentaremos registrar fotos das conversas com as pessoas, mas talvez nem sempre seja possível registrar o momento dependendo da vontade e escolha do entrevistado (talvez a pessoa se sinta envergonhada ou não queira sair numa foto).
  • Personas: Como já foi explicado no Estratégias I, a técnica das personas consiste em classificar as pessoas entrevistadas em descrição, necessidades e valores. E assim, criar um padrão onde conseguimos agrupar pessoas estabelecendo um grupo, uma persona comum.

Com os dados das entrevistas que temos até o momento atual da pesquisa temos apenas uma persona. Fizemos o esquema em uma folha com postits, pois de acordo com novas entrevistas, podemos alterar algumas personas. A imagem do esquema será mostrada a seguir:

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Achamos que ao abordarmos tanto as pessoas doadoras de sangue quanto aquelas que não doam ou nunca doaram teremos um grupo de usuários abrangente e com isto reuniremos um número considerável de informações sobre o tema. (Ex. de pequeno esquema desenhado em aula abaixo.)

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Aplicativo (Primeira Ideia)

Designs Inspiradores II

Fizemos anteriormente um estudo sobre os aplicativos que poderiam ser inspiradores ou tinham recursos interessantes que poderiam ser úteis no nosso. Porém conforme o progresso do projeto avançava e realizávamos as visitas, conversas e análises acerca das informações que coletávamos, achamos melhor fazer um segundo estudo de aplicativos ou programas que poderiam inspirar o nosso aplicativo - Designs Inspiradores II:

Além do Blooder, aplicativo voltado à doação de sangue e explicado no primeiro "Designs Inspiradores", outro app qur achamos interessante foi o "Hemoliga": Inicialmente disponível somente na plataforma web e disponível apenas no estado do Rio Grande do Norte, o aplicativo tem como objetivo compartilhar dados sobre bancos de sangue, necessidades por tipo sanguíneo e criar um cadastro virtual de doadores de sangue de modo a facilitar o processo de doação ao encontrar e indicar ao usuário o hemocentro mais próximo de onde ele mora. Achamos o aplicativo bem feito com design gráfico bonito, simples e fácil de ser interpretado, com as informações bem detalhas sobre o pocesso de doação e ele acha os hemocentros mais próximos do local de residência de nós. Porém ele apenas facilita a vida do doador regular, não possuindo nenhum atributo especial que atraia e estimule pessoas que não sejam regulares a baixarem o app em seus celulares e doarem mais.

O vídeo "Dumb Ways to Die" é uma campanha educacional de 2012 vinculado inicialmente na Austrália que tinha como objetivo diminuir o número de acidentes nas estações ferroviárias. O vídeo com as personagens simpáticas logo conquistaram tantas pessoas ao redor do mundi que foi o mais compartilhado da história de campanhas de utilidade pública e ganhou dois games para smartphones e tablets. Achamos que o vídeo é um ótimo design inspirador, pois ele tinha como objetivo uma causa social (divulgar para o público os perigos em estações ferroviárias e estimular a segurança nestes pontos) e conseguiu transmitir sua mensagem ("tome cuidado nas estações" em inglês "be safe") uma grande quantidade de pessoas de uma forma simples. O jogo que precedeu o vídeo também foi um grande sucesso nos celulares ao redor do mundo, como mini-games bem simples onde o jogador deve salvar as personagens.

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Um jogo para celular/tablets que achamos bem interessante é o "Tiny Tower", desenvolvido pela NimbleBit, lançado em 23 de junho de 2011. O jogo teve mais de dez milhões de downloads na App Store e mais de um milhão no Android Market, sendo eleito o Jogo do Ano de 2011 para iPhone pela Apple Inc. Nele o jogador tem que construir seu prédio e gerencia-lo de modo a ganhar mais dinheiro e melhorar/expandir seus negócios prédio. A justificativa pela qual achamos o jogo um design inspirador é que o jogo que englobará o nosso aplicativo será similar ao "Tiny Tower", mas em vez de se gerenciar um prédio o jogador controlará um hemocentro.

Queremos que o nosso aplicativo tenha uma repercussão similar ao "Dumb Ways to Die" com funcionalidade do "Tiny Towers" voltado para uma causa social: estimular as doações de sangue, similar ao objetivo do aplicativo "Hemoliga".

Brainstorming II

O nosso segundo Brain Storming consistiu em elaborar uma ideia de aplicativo com base nas informações obtidas até então. E levando muito em consideração as palavras do doutor Vieira, resolvemos pensar em um app que atinja um usuário não doador. Entretanto tivemos um empasse, como fazer um não doadores de sangue a baixar nosso aplicativo? Para resolver tal questão tivemos duas ideias principais:
• A primeira é a de criar um aplicativo para doadores, mas que estimulam não doadores. Em outras palavras, pensamos em um aplicativo que ajude os doadores a elaborar mais campanhas de doação. Além disso, o app relatiaria algumas histórias de pacientes atuais que necessitam de sangue, ativando o emocional da pessoa. Assim, esse doador em algum comentário familiar ou descontraído ajudaria a transmitir a ideia e sensibilizar demais pessoas. E no caso das campanhas, é comprovado que em campanhas de sangue, há uma média maior de doações comparados ao cotidiano comum.
• A segunda é a de criar um aplicativo para os próprios não doadores influenciando-os diretamente a doação. E para estimularem a baixar o app, resolvemos “gamificá-lo”. Isto é, criar um jogo cujo tema é banco de sangue. Isso geraria um dever incondicional no jogador a doar sangue, já comprovado por alguns estudos de marketing e pelo jogo de sucesso “Dumb ways to die” já explicado no tópico anterior. Mesmo se esse dever não surgir efeito, no jogo poderiam ter alguns “unlocks” ou créditos aos usuários que doarem sangue. É uma ideia que possui potencial, por isso escolhemos ela nosso projeto.

Conceito

A ideia do nosso aplicativo, como já dito nos itens anteriores, é a de atrair mais doadores para o banco de sangue. Pensando nos dois proncipais grupos de usuários, Doadores e não doadores, bolamos a ideia descrita a seguir:

O aplicativo será um Game. Nele, o jogador deve gerenciar o seu próprio banco de sangue. A ideia é evoluir o seu centro cada vez mais, iniciando em um pequeno edifício com apenas dois recintos até um grande prédio com vários andares e que suporta milhares de doadores por dia. A tela será preenchida com o edifício e seus vários recintos, sendo que o jogador poderá organizá-los da melhor forma possível.

Para estimular a doação de sangue, determinamos que o "dinheiro" do jogo será "gotas de sangue". Cada jogador iniciará com "X" sangues, e para conseguir mais, existiram apenas dois meios: Doação de sangue (na vida real) ou estimular outra pessoa a doar. Para isso, conversaremos com os bancos parceiros (por enquanto temos o Hcor) e deixaremos alguns códigos com eles. Cada pessoa que doar poderá ganhar um desses códigos, indicando se ele foi estimulado por alguém ou não. No caso de ter sido estimulado a doar por outro jogador, enviaremos mais "gotas" para quem indicou.

Acreditamos que essa é uma forma bem interessante de atrair novos doadores, pois, os jogadores estarão sendo "estimulados" a doar de uma maneira descontraída e divertida.


Quarta ida a campo

Nossa quarta ida ao campo foi realmente começar as entrevistas com os usuários , fomos no dia 19/11 numa quinta-feira. Foi realizada pelo Khalil Yassine, Matheus Ventrilho e Nicolas Gentil.

Chegando no posto de coleta de sangue do HCOR, localizado na rua Brigadeiro Luiz Antônio, fomos recebidos pelos médicos André e Marília. Eles nos chamaram para um breve bate papo antes de iniciarmos as entrevistas com os doadores de sangue, onde fomos para uma salinha de conferências e eles perguntaram por detalhes sobre os tipos de perguntas que iríamos fazer e como eles poderiam nos ajudar. Para começar respondendo essas perguntas, nós explicamos de maneira geral qual o propósito do aplicativo e qual era nossa ideia atual (a do jogo). Depois que explicarmos tudo eles criticaram alguns aspectos, valorizaram a ideia, corrigiram falsas informações e deram novas ideias.

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Dentre os aspectos criticados estava a nossa ideia de "comprar" o doador com prêmios para o jogo, o "dinheiro". Para eles a doação deve ser totalmente voluntária e altruísta. Para corroborar sua crítica, o médico nos passa um dado diferente do dado informado pelo doutor Vieira, dos quais 70% dos doadores são novos doadores e apenas 30% dos doadores são reincidentes. E ele disse que esse resultado é ruim visto que quanto mais doadores reincidentes melhor, pois eles vão continuar doando sempre, enquanto os novos doadores são uma incógnita. Essa incógnita pode ser positiva quando a primeira experiência da doação for boa e a pessoa acaba se tornando um doador reincidente; ou pode ser negativa, quando a pessoa apenas vai tirar sangue para adquirir uma licença de trabalho (como ocorre principalmente nos dias pré-feriado), ou quando a pessoa vai fazer algum exame necessário de graça (nesse caso uma grande porcentagem das pessoas possui o sangue contaminado, e dependendo de tempo de contaminação o exame pode determinar a contaminação e descartar o sangue, ou ainda pode passar o sangue e contaminar a pessoa que recebe), entre outros fatores na qual o doador seja beneficiado.

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No quesito valorização, eles gostaram da ideia do jogo, pois é uma boa maneira de atingir a faixa etária mais baixa, isto é, as crianças. E para a doutora Marília, o quadro atual dos 70/30 já citado anteriormente, só pode ser mudado ao se criar uma cultura de doação, embora ser um conceito um pouco utópico, a maneira mais concreta de acontecer isso seria introduzir os valores da doação de sangue na escola primária. Além disso, o jogo mobiliza não só as crianças, mas qualquer pessoa. É um programa que os usuários baixariam e que pudessem jogar em qualquer lugar, no metro, no ônibus, nas salas de espera, etc.

Além disso como novas ideias, os médicos propuseram avisos durante o jogo que incentivassem a doação. E também, avisos que diriam para a pessoa não doar para adquirir licença de trabalho, conseguir exames de graça, ou seja, avisos não aconselhados para a doação em casos que não contém valor simbólico de ajuda ao próximo.

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Após essa conversa bastante esclarecedora, entrevistamos alguns doadores tanto na sala de espera pré-doação, quanto na sala de repouso pós-doação. Conseguimos entrevistar apenas 5 doadores, pois deveríamos estar no Insper para a aula da tarde. Segue algumas imagens da visita, além das anotações durante a entrevista.

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Anotações:

Anotações da conversa com os Doutores

Aqui estão as fotos das anotações realizadas na conversa:

Segue as anotações das entrevistas, onde nos concentramos não em captar integralmente as respostas dos entrevistados e sim escrever pontos interessantes sobre o que que eles falavam, comentários e opinões:

Pessoas Entrevistadas

  1. 1

** Mohamad (Homem de 58 anos):**

  • É doador regular, estava levando um parente Libanês para doar pela primeira vez.
  • Doa voluntariamente de 6 em 6 meses, alega que se sente bem em fazer o bem ao próximo.
  • Acha que o processo da triagem é demorado. Inclusive, neste dia ele esperou uma hora e depois o avisaram que não poderia doar por conta de um problema que ele estava na hora.
  • Não conhece outro doador regular.
  • Acredita que poucas pessoas doam sangue por conta que não tem muita conscientização.
  1. 2

Reinaldo (Homem, cerca de 48 anos)

  • Doava quando mais novo, porém, agora diz que não tem tempo.
  • Estava doando para reposição, pois sua esposa está fazendo tratamento para curar o câncer, e, necessitou de sangue.
  • Diz que tem filhos, e que eles nunca haviam doado antes disso. Acredita que isso ocorreu porque não existe uma cultura de ajuda ao próximo.
  • Conhece apenas uma pessoa que doa regularmente.
  • Falou em transmitir e fazer esse tipo de conscientização nas escolas, pois, desse jeito, era possível chegar em toda a família.
  1. 3

Andréia (Mulher, cerca de 45 anos)

  • Segunda vez que está doando.
  • Estava doando para reposição, pois um parente está fazendo um tratamento que necessitava de sangue.
  • Não conhece doadores regulares
  • Diz que a primeira vez que doou foi há muito tempo atrás, e, lembra que na época as pessoas costumavam doar mais.
  • Acredita que poucas pessoas doam por que existe uma falta de informação/campanha que conscientize, e pela falta de locais para doação.
  1. 4

Carlos (Homem, cerca de 30 anos)

  • Primeira vez que doou sangue
  • Motivação familiar: precisava repor o sangue porque um parente dele se utilizou do estoque banco de sangue.
  • Não conhece outros pessoas que doam regularmente.
  • Acredita que a maioria não tem um estimulo para doar.
  1. 5

Gabriela (Mulher, cerca de 35 anos)

  • É a quinta vez que está doando.
  • Motivação: filha da amiga está no hospital.
  • Não conhece nenhum doador regular.
  • Conhece algumas pessoas que foram doar para pegar a licença do trabalho.
  • Acredita que não existe estimulo.

Quinta ida a campo

Fomos também no sábado (dia 21/11) para podermos conversar com mais doadores, sendo que um integrante (Raphael Bomeisel) de outro grupo com tema de doadores de sangue também para realizar as entrevistas.

Chegando lá o lugar estava lotado com doadores devido ao fato do dia ser sábado e ter sido feriado dia anterior, logo começamos a realizar as entrevistas e conversar com as pessoas de lá. Como no dia estava somente um integrante do grupo (Arthur Lee) e o Raphael Bomeisel, resolvemos que enquanto um conversava com a pessoa, o outro anotava .

Anotações:

Segue as anotações das entrevistas, onde nos concentramos não em captar integralmente as respostas dos entrevistados e sim escrever pontos interessantes sobre o que que eles falavam, comentários e opinões:

Pessoas Entrevistadas

  1. 1

Lídia (mulher, cerca de 35 anos):

  • Primeira vez que doa sangue;
  • A pessoa se sente confortável com a experiência;
  • Está doando por causa de um conhecido que necessita;
  • Está calma, atendimento do posto de coleta ajudou a acalmar (prega pelo bem-estar);
  • Teve sempre medo de doar sangue, tinha medo de passar mal depois disto. Agora que sabe como é pretende doar mais vezes;
  • O tempo de espera foi o ponto negativo (2horas para doar por 10 minutos);

#2
Wagner (homem, cerca de 32 anos):

  • Primeira vez doando;
  • Parente precisa de sangue;
  • Já pensou em doar, mas a distância da casa dele até o posto de coleta é grande (mora na ZL);
  • Veio doar no posto de coleta da Brigadeiro por recomendação do hospital onde o parente estava internado.
  • Falta motivação para doar sangue (sempre tem alguma coisa para fazer, como trabalho, família etc);
  • Não joga jogos no celular, usa mais como meio de comunicação;
  1. 3

Marcel (homem, cerca de 28 anos):

  • “Segunda” vez que vai doar sangue. A primeira vez não teve boa experiência, pois enquanto tirava sangue uma artéria dele estourou;
  • Não faz questão de doar sangue (questão cultura);
  • No dia estava doando sangue porque o parente de um amigo dele necessitava de sangue;
  • Usa muito celular, usa mais aplicativos para ajudar no trabalho (é advogado);
  • Sente que o tempo de triagem é longo, sendo que o tempo de doação;
  • “Vergonhice na cara a razão pela qual eu não doei sangue “;
  1. 4

Vivian (mulher, cerca de 38 anos):

  • Primeira vez que está doando, conhecido precisa de sangue;
  • Muito ocupada no trabalho, mas resolveu doar quando viu post no Facebook do conhecido dizendo que necessitava de sangue;
  • Acha que é bem informada sobre como doar sangue, só não sabia onde doar por perto (não tinha informações sobre os postos de coleta de sangue mais próximos da casa dela, viu pelo post do Face os lugares para doar);
  • Pretende doar mais vezes, gostou da experiência;
  • Não tinha motivação para doar
  • Não vê publicidade nas mídias (TV, rádio, jornal …) das localizações dos postos de coleta;
  • Podia doar depois do trabalho (18h), mas é neste mesmo horário que os postos de coleta fecham;
  • Acha sábado (único dia que ela pode doar) muito sangue, não sabia da possibilidade de agendar a doação;
  1. 5

Henrique (homem, cerca de 45 anos):

  • É doador frequente (3 vezes ao ano);
  • Veio só por doar, ajudar pessoas que não conhece;
  • É de Guarulhos, poderia ter postos de coleta mais próximos de onde mora;
  • É doador regular porque quer ajudar as pessoas que necessitam, além de ser lembrado por hospitais se ele pode doar (ele tem sangue O-, doador universal);
  • A triagem poderia ser mais rápida, acha que o processo é muito burocrático e longo;
  1. 6

Conhecidos de Rafael B. (duas mulheres e um homem):

  • Primeira vez que ela doa sangue; já para ele sempre doou sangue;
  • Vieram doar sangue porque um conhecido deles necessitava;
  • Andam muito ocupados com o cotidiano (trabalho, família), por isto que não tem o costume de doar regularmente;
  • Não vê problemas com a fila de espera da triagem;
  • Eles têm vontade de doar mais vezes, mas acabam se esquecendo. Só quando um conhecido está no hospital que necessita de transfusões de sangue é que vão doar sangue;
  • Acha que o processo de doar sangue está bom do jeito que está (tem a opinião que a burocracia, o processo de triagem que são as coisas que mais demoram no dia da doação, são necessárias e já estão bons suficientes);
  • Gosta do atendimento dos profissionais (recepcionistas, médicos, enfermeiras …);
  • Uma mulher falou que gosta da ideia de as empresas incentivarem a doação (um dia do trabalho reservado para doação de todos os empregados por exemplo);
  1. 7

Rosângela (mulher, cerca de 62 anos):

  • Primeira vez que está doando;
  • Gostaria de doar mais vezes, mas mora na ZN então não tem postos de coleta de sangue perto de onde mora;
  • Tinha preconceito/receio de doar sangue, achava que passaria mal depois da doação;
  • Acha que falta divulgação sobre as campanhas de doação de sangue;
  • Acha que a triagem é muito demorada;
  1. 8

Luiz (homem, cerca de 62 anos):

  • É doador regular, estava doando junto com a Rosângela (os dois são casados);
  • Doa voluntariamente (sem conhecido ou parente estar necessitando de sangue);
  • Geralmente doa no meio da semana, porque sabe que final de semana é mais lotado e aproveita o intervalo do almoço para fazer isto;
  • Sente que muitas pessoas de fato poderiam estar doando sangue, mas muitas não o fazem porque tem preconceito ou não acha importante;
  • Começou a doar sangue quando adulto, pois quando era criança foi diagnosticado com diabetes. Desde então nunca doou sangue até que num exame de sangue falaram para ele que poderia ser doador de sangue pois ele é doador universal (O-);
  • Acha que falta divulgação em escolas, universidades, ruas, estações de trem …
  • Sugeriu que times de futebol fizessem campanha para doação de sangue, já que estes têm grande poder de influência sobre muitas pessoas;
  1. 9

Glauce (mulher, cerca de 30 anos):

  • Segunda vez que doa sangue, primeira vez foi em 2006. Está doando agora porque parente da vizinha precisava de sangue;
  • Viu post de Face da vizinha que relatava que a filha desta necessitava de doações de sangue;
  • Acha que a triagem/tempo de espera para fazer de fato a doação de sangue é muito demorado;
  • Não doava antes porque era muito ocupada (trabalhava de segunda a sábado);
  • Acha que a experiência foi muito gratificante e pretende doar mais vezes;
  1. 10

Lílian (mulher, cerca de 33 anos):

  • Segunda vez que doa sangue, recém-nascida de conhecida necessita de transfusão de sangue;
  • Gostaria de doar mais vez, porém se esquece (muito ocupada com o trabalho);
  • Acha que doar não ocupa muito tempo da rotina dela;
  • Veio para o posto de coleta da Brigadeiro por recomendação do hospital;
  • Mora na ZL, onde não tem postos de coleta de sangue por perto, aproveitou que tinha compromisso no centro para doar sangue;
  • Acha que a triagem é muito demorada;
  • Usa somente o WhatsApp no celular dela;

Observações sobre a visita

Depois de termos conversado com vários doadores de sangue, vários pontos interssantes surgiram:

  • A maioria doou sangue pela primeira vez porque uma pessoa próxima (familiar, conhecido …) estava internada no hospital e necessitava de transfusão de sangue.
  • A experiência de doar sangue foi no geral muito boa (altruísta) e se sentiram bem depois disto.
  • Apesar de terem gostado, muitos estão muitos ocupados com o trabalho e não possuem o hábito de doar sangue pelo menos uma vez ao ano.
  • Parece que é uma questão cultural, muitos veem a importância de doar sangue mas poucos de fato fazem isto…
  • Reclamaram bastante da demora na triagem (1,5 horas de espera para doar por 10 minutos)

Mapa 4

Desafios III

Após as últimas visitas a campo vimos que algumas informações que nos foram passadas estavam erradas. Inicialmente havíamos pensado que deveríamos focar nosso app para novos doadores, algo para atrair mais pessoas a doar. Porém, após uma conversa com os doutores presentes no centro, vimos que na verdade seria mais interessante abranger tanto os que nunca doaram com os que já são doadores frequentes, isso porque, segundo os doutores, a taxa de devolução de sangue de doadores reincidentes é muito menor do que de novos doadores, o que garante uma maior quantidade de bolsas de sangue utilizáveis.

Outra questão que nos foi apresentada é que não se pode fornecer nenhum tipo de bonificação para doadores de sangue. Por esse motivo, tivemos de alterar um pouco a ideia inicial de app, que previa uma recompensa para quem doasse sangue (O conceito final do app está apresentado mais a frente.). Segundo os médicos presentes, a doação deve ser por conta própria e, além disso, é contra a lei essa bonificação.

Estratégias III

Continuamos a construir Personas para caracterizarmos os novos entrevistados. Aqui estão elas:

Personas

  1. 1

Glauce, a advogada:

Glauce é uma mulher com cerca de 35 anos, sócia de uma firma bem-sucedida de advocacia especializada em direito digital. Divorciou-se há dois anos, é mãe de um menino de cinco anos e gosta de fazer pilates e ir ao cinema nas horas vagas. Com o trabalho, a família e os hobbies que ela possui, Glauce sempre está ocupada com alguma coisa, mas uma amiga bem próxima dela sofreu um grave acidente e necessitou de muitas transfusões de sangue para sobreviver. Agora o hospital está pedindo por doações de conhecidos dela para repor o estoque, e Glauce decidiu ir doar sangue depois do almoço do trabalho

Necessidades:

  • Sensação de segurança ao doar sangue, pois ela acha que se sentirá mal depois disto;
  • Ser informada sobre os procedimentos de uma doação de sangue, locais mais próximos de onde ela pode doar;

Valores:

  • Saúde;
  • Ajudar as outras pessoas (no caso a amiga dela);
  • Segura;

Motivação:

  • Deseja não só ajudar a amiga como doar mais vezes (tornar-se uma doadora regular);
  • Quer incentivar o filho dela, criar uma consciência social nele começando com a importância de se doar sangue;
  1. 2

João, dono de uma loja na 25 de março:

João é um homem de 42 anos de idade, possui uma loja de acessórios na famosa 25 de março, o qual ele pode dar uma vida bem confortável para a sua mulher e três filhos (um menino de 2 anos e duas meninas de 7 e 9 anos de idade). Ele gosta de fazer churrascos aos domingos e acompanhar o Brasileirão com a família. Recentemente o irmão dele sofreu um grave acidente de carro, ficando entre a vida e a morte, com isso ele foi doar sangue a pedido do hospital. A única vez que ele doou sangue foi quando ele tinha 20 anos e precisou ajudar um conhecido dele, mas nunca mais doou novamente até agora.

Necessidades:

  • Ser mais informado sobre as campanhas de doação de sangue, os locais de coleta de sangue mais próximos de onde moram…

Valores:

  • Ajudar as pessoas próximas dele (parentes, amigos e conhecidos) que necessitam de sangue;

Motivação:

  • Foi ajudar o parente;
  • Quer mostrar aos filhos dele como é uma doação de sangue;
  1. 3

Fernanda, estudante de nutrição:

Fernanda tem 23 anos de idade e é estudante de nutrição na faculdade Anhembi Morumbi. Ela mora junto com duas outras amigas na Vila Olímpia, onde dividem um apartamento que é perto do campus delas. Nas horas vagas ela curte ir na academia usar a esteira e ficar em forma. Ela tem o costume de ir doar sangue a cada quatro meses (ou pelo menos 3 vezes ao ano), pois quando ela tinha 16 anos o tio dela necessitou de transfusões de sangue. Ao ver a dificuldade em conseguir doadores de sangue ela decidiu ser uma doadora regular.

Necessidades:

  • Sentir-se segura durante a doação (ter o suporte de outras pessoas como os enfermeiros, familiares…);

Valores:

  • “Fazer o bem sem ver quem”: independente de ela estar doando para um conhecido, familiar ou uma pessoa que não conhece, ela sabe que no final ela ajudará pessoas;

Motivação:

  • Quer que outras pessoas, conhecidas e familiares passem também a doar sangue, quer que elas reconheçam a importância o impacto que uma doação pode ter para as outras pessoas;

Cenários

  1. 1

Como Glauce é muito ocupada com o trabalho e outras coisas mas queria doar sangue para ajudar amiga, ela decidiu ir no posto de coleta de sangue perto da casa dela num sábado de manhã pensando que o dia estaria calmo. Ao chegar lá ela logo percebeu que o lugar estava cheio de doadores, percebendo que outras pessoas tiveram a mesma ideia que ela. Quando conseguiu se sentar num canto percebeu que várias pessoas estavam jogando um jogo de celular chamado “Toon Blood”. Curiosa ela logo baixou no celular e começou a jogar. Conforme ela aprimorava os o centro foi percebendo levemente como é divertido jogar e também a importância das doações, pois durante o jogo vários dados, fatos relacionados com doação de sangue eram mostrados na tela. Quando chegasse em casa mostraria o jogo para seu filho.

  1. 2

João foi no posto de coleta recomendado pelo hospital onde o irmão dele estava internado. Ele levou junto os três filhos dele junto com a babá, já que depois disto iriam para a casa da vovó. Os filhos pareciam muito interessados sobre o funcionamento do posto e como era uma doação de sangue. Curioso com isto, ele perguntou aos filhos dele porque o interesse tão repentino. Seus filhos responderam que um amigo de classe de um deles mostrou o jogo de celular “Toon Blood”, que simulava o funcionamento de um posto de coleta. Conforme eles foram jogando, criou-se uma consciência sobre as doações de sangue. Um fato interessante que viram foi que cada doação de um adulto pode salvar até três outros adultos ou cinco crianças.

  1. 3

Fernanda estava no celular buscando na AppSore um aplicativo para auxilia-la para doar sangue quando encontrou um jogo chamado “Toon Blood”. Achou divertido e decidiu baixa-lo. Depois de alguns dias enquanto ela jogava no celular algumas amigas dela viram o que ela estava fazendo e também decidiram jogar. Conforme elas jogavam foram descobrindo diversos fatos, dados sobre doação de sangue no jogo. Depois de duas semanas jogando elas perceberam que doar sangue é importante e foram com a Fernanda doar sangue.

Aplicativo Final (Conceito)

Brainstorming III

Depois de termos realizados várias entrevistas com os doadores de sangue, coletamos vários comentários e informações sobre eles:

  • Tínhamos em mente fazer um aplicativo que atraísse pessoas não doadoras de sangue (que não possuem o costume de doar sangue). Mas depois da conversa com o doutor André e doutora Marília, o foco do aplicativo mudou.

Por quê?

  • Para as doações de sangue, o melhor indivíduo é aquele que já tem o costume de doar sangue regularmente, pois seu sangue é “garantido” (não tem risco de conter DST e é melhor aproveitado).
  • Percebemos durante as conversas com os doadores de sangue que muitos deles não tinham o costume de doar sangue, tinham doado pelo menos uma vez na vida e depois nunca mais o fizeram até o momento. Sempre estavam “ocupados” com o trabalho/família/estudos e outros motivos e acabavam se esquecendo de doarem.

O que fazer então?

  • Direcionamos o app para criar uma “cultura” de doação de sangue. Já que doadores reincidentes são melhores, é preciso criar uma consciência maior nas pessoas sobre as necessidades de doações de sangue. As pessoas mais jovens (crianças) seriam o público-alvo principal do app, mas podemos atingir outras pessoas (adultos, idosos …).

Como fazer isto?

  • Para estimular as pessoas a serem doadoras de sangue regulares, temos que as estimulas emocionalmente sobre o processo de doação de sangue, a necessidade por doadores regulares e como eles podem salvar vidas.
  • Há campanhas de TV, rádio e revistas que abordam o tema doação de sangue. Mas a nossa saída que consideramos a melhor foi criar um jogo com temática de um centro de doação de sangue.

Como funcionará/ Como o jogo impactará pessoas?

  • Chegamos à conclusão que um jogo pode ser mais atrativo principalmente para as crianças/jovens. Neste jogo abordaremos várias informações, fatos e dados sobre o processo de doação de sangue, os locais onde se pode fazer isto e outras informações.
  • A ideia é que conforme a pessoa joga, ela vai percebendo como funciona uma doação de sangue, o impacto que uma pessoa pode ter na vida de outras pessoas e possivelmente salvar vidas.

Já existem aplicativos relacionados com doações de sangue, mas são direcionados para as pessoas que já são doadoras regulares de sangue. O nosso jogo será mais focado no ramo educacional, que abordará o usuário e mostrar a ele que o ato de doar sangue é importante.

Conceito Final

IMG_3256.jpg

Como conceito final de app decidimos criar algo que simula a administração de um banco de sangue. Com o nome de "Toon Blood" (Junção de Cartoon com a palavra sangue em inglês) nosso jogo permite ao usuário sentir na pele o como é difícil cuidar de um banco de sangue.

A tela principal do jogo é o prédio do banco. É possível construir mais andares conforme a evolução de cada jogador, o que aumentará a eficiência do centro. Além disso, cada andar já construído, assim como os funcionários que estão trabalhando neles, poderão ser evoluídos, o que ,mais uma vez, aumenta a eficiência do centro.

A verdadeira essência do jogo está nas telas de ação. Toda a vez que o usuário for construir ou evoluir algum dos andares, melhorar os funcionários, ou qualquer outra ação, aparecerão mensagens emotivas e/ou informativas sobre doação de sangue. Além disso, praticamente todas as ações realizadas no jogo serão educativas e mostrarão para cada jogador o como é difícil arrecadar sangue. Esperamos que cada um que jogue saia com um pouco mais de consciência sobre o assunto, além de saber quando doar ou não o sangue e o porque disso.

Paper Prototype

Realizamos o nosso paper prototype a partir do aplicativo POP, que nos permitiu linkar todas as fotos que havíamos tirado. Aqui disponibilizamos o link para essa apresentação.

[https://popapp.in/w/projects/565c9793d04fbe247596e448/mockups]

User Evaluation

- Matheus Dias:

  • botões “Voltar” todos devem estar no mesmo lugar. Apesar de a maioria estar no canto superior esquerdo, ainda tem alguns espalhados em certas telas.
  • tutorial para quem nunca jogou o jogo.
  • deveria ter feedback e sugestões.
  • deveria ter algum tipo de moeda especial para quem compartilhasse o jogo em suas redes sociais.
  • no paper poderia ter algum tipo de papel escuro para indicar os pop-ups.
  • fontes pequenas
  • as cores e o desenho foram muito bem vindo no jogo.
  • em geral o jogo está bom e com capacidades de atingir seu objetivo.

- Felipe Duda:
* deveria ter um tutorial de como jogar. No começo as pessoas ficam meios confusas no que fazer.
* fontes pequenas e meio fracas

- Victor Henrique Mirkhan:

  • Questionou o objetivo do jogo.
  • Teve problemas de ler as coisas.
  • Acho o protótipo bem sujo.
  • “Copia descarada do Tiny Towers”.
  • Acho bem interessante as informações e fatos sobre doações de sangue
  • Acho a pagina “stats” e o menu bem legais, bem informativos de acordo com ele.

- Gabriela (namorada do Khalil):

  • Percebeu um erro
  • Tutorial ficou meio confuso
  • Teve dificuldades em ler as coisas nas telas

Achou meio confuso os botões, mas tem muitos lugares onde clicar e no meio do processo ela se perde.

- Pedro Cunial:

  • Achou confuso a contagem das “bolsas de sangue”, não sabe como acumula as bolsas.
  • Não entendeu o objetivo de se fazer tal jogo.
  • Gostou das informações que estão disponíveis no jogo
  • “NORMAL”
  • Devia mudar o cara que estava morto para um que esta de “pau duro”

Pontos a melhorar:
Tivemos pouco tempo para fazer o paper prototype de nosso aplicativo/jogo devido ao longo processo de co-design que realizamos, onde focamos grande parte do nosso tempo e energia no estudo dos usuários e designs inspiradores.

Os users evaluations tiveram como foco testar as funcionalidades do jogo, se os botões estão bem posicionados e se os usuários entendem a logica e para que serve cada lugar.

Realizamos os users evaluations com algumas pessoas e em geral elas criticaram o acabamento do jogo e muitas tiveram dificuldades em ler as coisas que estavam nas telas. Com isso em mente identificamos os principais pontos a serem melhorados no nosso jogo:

  • alinhamento dos botões
  • tutorial claro com as informações
  • feedbacks dos botões
  • fontes mais escuras e maiores
  • fazer um jogo mais claro, com menos botões para clicar.
  • Melhor acabamento do jogo em geral.

Percebemos no meio do processo de criação do paper prototype uma grande dificuldade em criar uma dinâmica no jogo, que é mais complexo que um simples aplicativo. Uma vez que um simples aplicativo é um programa estático enquanto um jogo é um programa dinâmico que envolve mais telas, ou DataFrame. Por esse motivo até nosso protótipo pode ter ficado meio confuso. Talvez uma implementação em python ou mesmo no intel XDK ajudaria na dinâmica do jogo.

Aqui está um video de um de nossos users evaluations:

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